Davi Fernando Ferreira Graciano foi condenado a 22 anos e dois meses de prisão pela morte do jornalista e colunista social Antônio Marcolino de Barros Filho, de 46 anos, de Caruaru. O julgamento foi realizado pelo Conselho de Sentença da 4ª Vara do Tribunal do Júri da Capital.
De acordo com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Davi foi condenado por homicídio triplamente qualificado. Os jurados reconheceram as qualificadoras de paga ou promessa de recompensa, emprego de meio cruel e utilização de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.
Após a sentença, Davi foi preso e encaminhado ao Centro de Observação e Triagem Criminológica Professor Everardo Luna (Cotel). A defesa recorreu da decisão.
Crime aconteceu em 2016 - Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o assassinato aconteceu no dia 16 de abril de 2016, no Motel Afrodite, em Caruaru. Clique AQUI e relembre.
Ainda conforme a acusação, Davi trabalhava para Marcolino Júnior como era mais conhecido e teria acesso a informações relacionadas às finanças da vítima. Insatisfeito com a remuneração, ele teria contratado Rafael Leite da Silva pelo valor de R$ 14 mil para executar o jornalista.
De acordo com o Ministério Público, Rafael atacou a vítima com golpes e utilizou um instrumento perfurocortante, provocando os ferimentos que resultaram na morte da vítima.
Segundo envolvido já havia sido condenado - Rafael Leite da Silva já havia sido julgado pelo Tribunal do Júri em 2017 e condenado a 30 anos e cinco meses de prisão, além de 102 dias-multa.
Na ocasião, ele foi condenado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, furto e ocultação de cadáver.
Com a condenação de Davi Fernando Ferreira Graciano, o caso volta a ter desdobramentos judiciais anos após a morte do jornalista caruaruense. A defesa do condenado, entretanto, apresentou recurso contra a decisão do júri.
Do: Blog Agreste Notícia


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