O fato é que, a valorização das terras na Capital da Moda atraem grandes e médios empreendedores, que chegam na cidade e compram muitas terras e desmatam para fazerem loteamentos, muitas das vezes sem respeitar o condigo florestal. Alimentados pela falta de fiscalização, não existem limites para se criar um loteamento, pois qualquer local é sinônimo de rendimento, mesmo que para isso seja preciso afetar diretamente a natureza.
Como mostra as imagens, são diversas áreas que antes eram tomados pela vegetação, mas que hoje são alvos do interesse dos imobiliários.
Apesar de tudo, esse problema não é privilegio somente de Santa Cruz do Capibaribe, mas também das cidades circunvizinhas como Jataúba, Toritama e Brejo da Madre de Deus, quando o caso mais assombroso é com relação a Serra do Alto que teve uma grande parte desmatada para justamente a criação de um loteamento.
Segundo o Fiscal Ambiental Luiz Carlos, a especulação imobiliária é outra preocupação do município.
“O problema dessas especulações é que grandes empresas e empreendedores compram muitas terras e desmatam. Então a preocupação da Secretaria de Meio Ambiente do Município é exatamente correr atrás do prejuízo e tentar reverter o quadro”, disse ele completando: “Não podemos simplesmente esperar sentados, temos que intensificar ainda mais essa discussão e conscientizar a população sobre os riscos desse problemas e os efeitos negativos que podem nos afetar, como já está afetando com a crise hídrica”.
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PRÓXIMA EDIÇÃO – Como a madeira chega aos seus exploradores? Quais são os horários e como são transportadas? Porque é fácil trabalhar de forma ilegal explorando as madeiras da catinga? Os madeireiros e exploradores não tem pudor com a natureza, porque será? Quanto vale um caminhão de madeira? O alto valor financeiro que é movimentado através da tão cobiçada madeira.
Não perda a próxima edição.
Do: Blog Agreste Notícia
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