sexta-feira, 12 de abril de 2013

CAMINHOS DA FÉ

As profecias nas igrejas - O dom de profecias segundo o apóstolo Paulo quando escreveu a 1ª carta a igreja de Coríntios 14.3 é dado a igreja para a exortação, edificação, e para consolação dos que creem.
 O dom de profecias quando em evidencia poderá também ser acompanhado de revelações, ciência, doutrina, e línguas. Ou seja, o dom de profecias poderá trazer as profundezas de Deus ou as ocultas do homem que ainda não lhe fora manifestado, e que pela execução e uso do dom através do profeta, consola, exorta, e edifica o servo de Deus. Antes de eu falar mais no assunto é importante dizer que na bíblia não existe nem inconsistências nem contradições ante um e outro texto, tudo na bíblia do Senhor se completa e se encaixa formando uma harmonia inigualável, jamais encontrada em qualquer outra compilação estrutural de palavras.
 O apóstolo Pedro com muito respeito a profecia nos diz assim em II Pedro 1.20: “ Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação”. II Pedro 1.21 ele nos fala também “ Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”.
 Isto mostra claramente que a profecia quando é achada na boca daquele que a manifesta entre os irmãos sendo na igreja ou não, se entenda e perceba-se aos ouvidos de todos que Deus verdadeiramente está falando sem sombra de dúvida ou variação. Vejamos o que o apostolo Tiago 1.17 nos diz verdadeiramente na palavra: “Por que toda boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes em quem não há mudança nem sombra de variação”.
 As coisas que concerne a Deus e que procede de Deus não deixam dúvidas, receios, medos, obscuridades, nevoas, nuvens, embaraços, ofuscações, pois ele não de confusão etc.
 É interessante notar que Tiago procura deixar claro que tanto a dádiva como o dom só são ‘boa’ e ‘perfeito’ quando vem do alto descendo diretamente de Deus para nós que somos servos.
 Isso implica dizer que quem não possuir inspiração verdadeira do Espírito de Deus não fará bom e perfeito uso das dádiva e do dom que recebeu do Senhor. Os dons e as vocações de Deus são irrevogáveis, ou seja, não são tirados ou tomados uma vez concedidos.
 O dom pode até ficar de certa forma adormecido e inoperante na vida daquele que o recebeu, mas jamais desaparece quando deus dá ou se extingue do homem e da mulher aos quais foi concedido. Por isso mesmo é que o apostolo Paulo quando escreveu em II Timóteo 1:6: “… desperte o dom de Deus que há em ti…”. 
 Quando Paulo fala a Timóteo para que ele desperte o dom de Deus que existe nele, ele revela primeiro que o servo que recebe qualquer dom da parte de Deus deve mantê-lo ativo e em evidencia constantemente e sempre usa-lo, para que em oportuna ou eventual situação, na instrumentalidade do talento, execute-se o serviço e a obra de Deus, para que não sofra deficiências.
 E quando Paulo fala a Timóteo que o dom recebido, é de Deus, ele está lhe dizendo que, quem recebe um dom, o recebe para trabalha-lo desenvolvendo-o e dilatando-o, estende o mesmo para o conhecimento pleno e total, com o fim de que seja confirmado por Deus o progresso e a superabundância da mordomia que lhe foi outorgada pelo seu Senhor.
 Bem sendo sabedores que o dom da profecia só é manifestado quando o Espírito Santo inspira e enche o seu servo de muita unção para falar o que é da vontade de Deus, então, alguém poderá até perguntar: como se explica a profecia de Elias que profetizou segundo a sua própria palavra? E ainda como se explica também o que o apóstolo Paulo falou aos coríntios no capitulo 14.31?
 Vejamos o que ele disse: “Pois todos podereis profetizar, um após o outro para que todos aprendam e todos sejam consolados”.
 Parece que olhando para a profecia de Elias que profetizou segundo a sua própria palavra que não choveria durante 3 anos e 6 meses, e comparando o que Paulo diz : “Para que todos aprendam” a profetizar, pode a principio levar alguém a pensar que a profecia de Elias foi feita de acordo com o aprendizado que ele e todos os profetas tinham nas escolas de profetas que existiam naquela época.
 Se assim fosse tanto a passagem de Elias como o que Paulo escreveu estaria plenamente em desacordo com o que o apóstolo Pedro escreveu e portanto entrariam em contradição e inconsistência bíblica.
 Mas isso que Paulo escreveu: para que todos aprendam a profetizar nada mas é do que ficar a disposição da vontade de Deus tendo sempre uma vida de comunhão através da oração e da leitura da palavra de Deus, pois era isso que os profetas faziam nas escolas de profetas: aprendiam a ficar a disposição de Deus através de sua vidas consagradas pela dedicação da oração e da palavra, para que por esta intimidade e relacionamento com o Espírito Santo, o homem de Deus profetizasse a boa e perfeita vontade do Pai Celestial pelo canal indireto; inspirado, ou direto, palavra viva recebida e ouvida da boca do Espírito Santo.
 O profeta era mais importantes até que os reis, pois um rei poderia ser qualquer um homem comum, mas um profeta teria de ser um homem de Deus, chamado para o serviço da mais alta patente que era ser Primeiro Ministro de Deus. O profeta nunca esteve a serviço de um reino ou rei, mas para um rei ou reino servia a Deus. A profecia portanto é a palavra suprema que desce do céu onde Deus está . AMÉM!!!
Por: Junior de Jesus
Do: Jornal Agreste Notícia

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