Pesos e contrapesos - Segundo notícias que correm em Brasília, o PT estaria disposto a abrir mão para o PSB na vice de Dilma, compensando o PMDB com a Presidência da Câmara e do Senado e apoio ao PMDB para o Governo de São Paulo, assim como Renan Calheiros queria a presidência do Senado e apoio para ser Governador de Alagoas e Henrique Eduardo Alves quer a presidência da câmara e ser governador do Rio Grande do Norte.
A confirmar-se esse cenário político o Governador Eduardo Campos sai cada vez mais fortalecido inclusive, quando disse que o PMDB não teria um papel social que justificasse todo o poder que tem junto ao governo. Enquanto o PT vai se tornando refém cada vez mais do PMDB, o PSB vai ocupando um espaço no cenário nacional muito importante e credenciando o governador de Pernambuco a um salto nacional importante.
O check and balance, pesos e contrapesos que é um mecanismo para equilibrar os poderes, funciona pouco quando se trata do executivo que é o ordenador de despesas (o dono das verbas) e outros poderes. Aqui em Pernambuco, o Governador reina absoluto e a oposição (que faz parte do jogo democrático e é salutar para o mesmo) encolheu significativamente. O legislativo municipal funciona de forma parecida, quem está ao lado do chefe do executivo municipal tem verbas e projetos para as suas comunidades de forma menos briguenta. Apesar de ser o legislativo quem estabelece a prioridade nas pautas de votação, o executivo pressiona para que sejam privilegiados os seus projetos nas votações e nessa hora o alinhamento é fundamental para que não travem as prioridades do executivo nas votações.
Por: Denizio Januário Crítico Literário
Do: Jornal Agreste Notícia



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