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quinta-feira, 4 de março de 2021

BREJO - CRIANÇAS ESPECIAIS HÁ DOIS MESES ESTÃO SEM TRATAMENTO E VEREADOR IMPLORA “PELO AMOR DE DEUS”

 Sem tratamento há mais de dois meses, as crianças especiais que residem em Brejo da Madre de Deus, que eram atendidas até o final do ano passado pela APAE – Associação de Pais e Amigos Excepcionais – Caruaru, tem sido prejudicadas e o problema foi pauta do discurso do vereador Leandro da Silva (DEM) que chegou a implorar na Tribuna da Câmara Municipal solução para a situação que atinge aproximadamente 20 famílias.

 “Já se passaram mais de dois meses e até agora não foi tomado nada para atender essas crianças, então eu peço a Prefeitura, peço a Secretaria de Saúde, que tomem providência o mais rápido possível. Minha gente, são 20 famílias que estão implorando para que esses atendimentos seja feito. O nosso prefeito foi até Toritama e disse que tinha feito essa parceria, eu liguei para Hosani – presidente da APAE, e ela disse que a parte de Toritama já foi resolvida, só falta a parte do nosso município”.

 O problema consiste, de acordo com as informações, por que até o momento o convênio com da Prefeitura com a APAE não ter sido executado pela atual gestão.

 “Minha gente, só quem sabe o que está passando cada família, é quem tem um em casa uma criança especial, eu digo isso porque em casa tenho um. Até onde essas famílias vão tá se humilhando para ser resolvido essa situação? Pelo amor de Deus, eu estou pedindo, implorando aqui, que seja tomada as providencias para resolver esse problema, pois infelizmente fica o pessoal sem seus tratamentos, sem poder fazer nada, de mãos atadas”, disparou Coió, como é mais conhecido.

 A reportagem conversou com a mãe de uma das crianças beneficiadas pelo APAE, que disse que antes a Prefeitura arcava com o pagamento do convênio e transporte para os pacientes e responsáveis.

 “Tem crianças que estão há dois meses sem acompanhamento, não temos neurologia, não temos psiquiatras, coisa que nunca faltou. Lá tínhamos fisioterapia, psicóloga, fonoaudióloga, psicopedagoga, aulas de karaté e assistência para mães, com cestas básicas, massagens e etc. Nós éramos bem acolhidos”, disse ela que preferiu não ser identificada e que completou: “O meu teve convulsão ontem, a gente fica sem saber o que fazer, se vai pra o hospital, não tem médico, se vai buscar medicamento não tem”, criticou.

 A reportagem tentou contato com a Secretaria Municipal de Saúde para falar sobre o assunto, no entanto, não obtivemos êxito em nossas tentativa.

Do: Blog Agreste Notícia

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