segunda-feira, 1 de junho de 2026

VIEIRA COBRA MEDIDAS COMPENSATÓRIAS PARA O POLO DE CONFECÇÕES APÓS FIM DA “TAXA DAS BLUSINHAS”

 Durante entrevista ao programa Cidade em Foco, apresentado pelo radialista Alberto Xavier, o deputado estadual Edson Vieira (Podemos) voltou a demonstrar preocupação com os impactos da extinção da chamada “taxa das blusinhas” sobre a economia do Polo de Confecções do Agreste pernambucano e defendeu a adoção de medidas compensatórias para o setor.

 Segundo o parlamentar, a pauta tem sido tratada como prioridade em reuniões realizadas com lideranças políticas estaduais e federais. Edson destacou que a mudança na legislação federal tem causado prejuízos aos micro e pequenos empreendedores da região, especialmente aqueles que comercializam produtos em centros de compras como o Moda Center, o Parque das Feiras de Toritama e a Feira da Sulanca de Caruaru.

 “Já tivemos várias reuniões e dentro da nossa pauta prioritária está essa questão. Infelizmente, essa medida provisória do Governo Federal acabou com a taxa das blusinhas, o que acarreta prejuízo para o Polo de Confecções, para o micro e pequeno empreendedor e para os confeccionistas que vendem nas feiras da região”, afirmou.

 O deputado relatou ainda que participou de encontros em Brasília com parlamentares e integrantes da bancada federal, além de reuniões com prefeitos do Agreste e com a governadora Raquel Lyra. De acordo com ele, o objetivo foi apresentar os impactos econômicos que a medida vem provocando na região.

 “Fomos mostrar o quanto essa medida tem sido prejudicial ao Polo de Confecções. Enquanto muitos consumidores podem comemorar a redução de custos nas compras realizadas por plataformas internacionais, a nossa região está em polvorosa porque isso afeta diretamente a produção e o comércio local”, destacou.

 Edson Vieira afirmou ainda que os representantes da região defenderam junto ao Governo de Pernambuco a criação de mecanismos que possam amenizar os prejuízos enfrentados pelo setor. Segundo ele, a discussão ultrapassa questões partidárias e envolve a preservação de empregos e da atividade econômica do Agreste.

 “Essa não é uma pauta de cor partidária. Essa é uma pauta de defesa da geração de emprego e do nosso polo. O que queremos saber é qual medida compensatória poderá ser adotada para minimizar os impactos causados ao setor”, concluiu o deputado.

Do: Blog Agreste Notícia

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