Para o oposicionista, os vereadores Klemerson Pipoca que preside a Comissão Parlamentar de Inquérito e o relator da mesma CPI, Junior Gomes, fizeram uma manobra para proteger o governo das denúncias de um contrato supostamente superfaturado que veio a tona através do vereador Carlinhos da Cohab em maio do ano passado.
“Nos causou surpresa a decisão do presidente Pipoca juntamente com o relator Junior Gomes de não aceitar um pedido do secretário Ernesto Maia para que algumas pessoas fossem ouvidas pela CPI. Nós apenas pedimos que fossem ouvidas os membros da comissão de licitação, as firmas envolvidas e as pessoas que atestaram que o serviço foi feito”, comentou.Ernesto revelou que pretende entrar na justiça com um mandado de segurança para que a CPI escute as testemunhas.
Ao ser perguntado sobre a versão apresentada pelo vereador Pipoca, de que teria dito que estaria satisfeito com a documentação entregue a CPI pela Prefeitura Municipal da cidade, o Parlamentar foi enfático:
“O que eu disse que estava satisfeito, é que não precisaria mais vim nenhuma documentação, pois com a documentação que já estava em nossas mãos, já tínhamos condições de convocar pessoas para serem escutadas pela CPI e não que estava tudo certo na documentação”.Maia afirmou ter mostrado em reunião, um dos indícios que justificava a continuidade da CPI, já que as firmas foram convocadas para apresentar suas propostas, mas que as escritas foram feitas pela mesma pessoa.
“Eu mostrei um caso onde a firmas foram convocadas a mostrar os seus preços e mostrei que uma mesma pessoa foi quem fez o pedido dessas firmas, isso mostrado a imprensa que estava lá no momento”, ressaltou.No final da entrevista, Ernesto Maia destacou que, essa foi a primeira CPI feita na Câmara Municipal de Santa Cruz do Capibaribe que não ouviu nenhuma testemunha.
Ouça a entrevista:
Do: Blog Agreste Notícia



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