
Desde então, foi montada uma força tarefa entre os funcionários ligados as secretarias do Governo Municipal, principalmente os da Saúde, além de diversos voluntários. As ações parecem ter surtido efeito, já que a demanda de pessoas doentes nas unidades de saúde caiu consideravelmente e já pode ser considerada normal.
Antes do surto o Hospital Municipal Raimundo Francelino Aragão atendia cerca de 250 pessoas diariamente. Durante o surto esse número subiu mais de 150%, chegando a registra em 24 horas quase 700 atendimentos.
O cenário era estarrecedor, pessoas deitadas pelas causadas das unidades, amontoadas na recepção e nos corredores e esperando horas para serem atendidas.
A realidade desta quarta-feira (16) já era bem diferente, onde o Hospital Materno Infantil estava praticamente sem ninguém. O Hospital Municipal Raimundo Francelino Aragão registrou 307 atendimentos.
Mesmo a situação parecendo ter ficado estável, é bom lembrar que, o combate ao mosquito Aedes Aegypti que transmite a febre Chikungunya e os vírus da Dengue e Zika, tem que ser algo permanente, para que a cidade não volte a viver momentos de apreensão.
Do: Blog Agreste Notícia





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