O crime aconteceu no dia 30 de Dezembro de 2014 (clique AQUI e relembre) e na manhã do dia seguinte, logo após terminar o programa na emissora de acima citada, o radialista Josival Ricardo que minutos antes teria divulgado a matéria feita pelo repórter José Chirlandio, foi surpreendido com o telefonema do suposto assassino, que desmentiu a informação de que o crime teria sido praticado por um casal teria chegado em um automóvel de cor branca.
Segundo o popular que se identificou apenas por José de 48 anos de idade, ele estava em fronte ao Fórum da cidade de Lagoa dos Gatos, quando o “Rolinha” apareceu a pé juntamente com outro comparsa.
“Eu percebi a aproximação de dois elementos insignificantes. Esse Diogo estava com dois revolveres nas mãos e o outro estava com outra arma. Quando eles me virão já foram atirando, ou seja, eles eram quem queriam me matar e só defendi a minha vida, caso contrário, eu teria morrido. Eles atiraram em mim com três revolveres”, garantiu Seu José.O suposto assassino disse que não conhecia nenhuma das ‘vítimas’, porém não sabe o motivo, acreditando ele na hipótese que os mesmos foram contratados para lhe matar.
José informou ainda que o “Rolinha” não foi morto somente com tiros de pistola como havia sido divulgado, mas também utilizou a própria arma da vítima para concluir o homicídio.
“Foi uma tentativa de homicídio, eu apenas me defendi, estava armado e revidei. A perícia diz que ele foi morto somente com tiros de Pistola, mas eu peguei a arma dele e também atirei”, enfatizou dizendo completando que o “Rolinha” não era cidadão de bem.Existe a informação de que depois do crime, alguns amigos do “Rolinha” revoltados incendiaram a residência casa do assassino, algo que acabou sendo confirmado quando na entrevista o envolvido diz que só lhe deixaram com a roupa do corpo. No depoimento ele ainda revela não ter nada a perder, pois não tem família e que isso é coisa grande que preferia não comentar.
O comparsa do “Rolinha” segundo Seu José ainda foi atingido e fugiu mancando de uma perna.
“Ele só conseguiu ir embora por que minha arma faltou bala, pois se eu tivesse mais um pente, ele teria ficado lá mesmo”.Ainda na entrevista o popular falou da sensação de trocar tiros com os outros dois envolvidos e que só correu até o momento que precisou sacar a arma.
“Esta de frente a dois caras atirando no cara e mesmo assim revidar peito a peito, sem nenhuma proteção, cara-a-cara, eu só corri deles até quando que eu pude sacar minha arma, pois quando segurei nela, voltei pra cima deles e ficamos em uma distancia mais ou menos de 8 a 10 metros, entrou um por dentro do outro igual talo de macaxeira”.No final da entrevista o suposto homicida disse que por sua vida lutará até o fim e que nunca teve passagem pela polícia.
Ouça a entrevista:
Do: Blog Agreste Notícia



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