Guerra reuniu milhares de pessoas
Para compensar os poucos atos eleitorais que fará até outubro, já que está na coordenação da campanha de José Serra (PSDB) para a Presidência da República, o senador e candidato a deputado federal Sérgio Guerra (PSDB) abriu a sua campanha de forma grandiosa neste sábado, dia 14 de agosto. Dezenas de ônibus e vans de vários municípios pernambucano levaram uma grande militância a Limoeiro, na Zona da Mata de Pernambuco. O ato eleitoral contou com a presença de aliados políticos de Jarbas (PMDB) e de Eduardo (PSB), dando ao local ares de "território neutro" ou de "samba do crioulo doido", a depender da interpretação. Apesar de oficialmente apoiar Jarbas, Guerra e o candidato ao Governo vêm trocando farpas depois que o tucano liberou os prefeitos do partido a apoiar o governador Eduardo Campos, candidato à reeleição.
Ao todo, 26 candidatos à Assembleia Legislativa de Pernambuco fazem dobradinha com Guerra e muitos deles estiveram presentes ao evento, como o ex-prefeito de Gravatá Joaquim Neto (PSDB), Guilherme Uchôa (PDT), Terezinha Nunes (PSDB) e José Humberto (PDT). Entre os candidatos majoritários, o único que compareceu foi Raul Jungmann (PPS), da chapa jarbista e que pleiteia uma vaga no senado. Outro presença que se destaca é a do ex-prefeito de Brejo da Madre de Deus, Roberto Asfora, que esteve ao lado do presidente do PSDB, Sérgio Guerra.
Nas peças publicitárias de Guerra, assim como em seu discurso, a presença de Jarbas é bastante tímida. Nas ruas de Limoeiro, viam-se imagens de Guerra com Serra, Guerra com Marco Maciel, Guerra com José Humberto, mas de Jarbas apenas uma mínima logomarca com o nome e o número na parte inferior das propagandas. No palanque do tucano, montado numa casa de festa em Limoeiro, uma enorme imagem dele com José Serra, e a logomarca de Jarbas, além de pequena, ainda estava escondida pela arquibancada onde sentavam os aliados políticos.
Guerra e seus amigos se concentraram na fazenda do tucano antes do ato político. Lá, ele demonstrou uma certa irritação ao responder sobre a ausência de Jarbas no evento. "Aqui não tem nada com Jarbas e nem com Eduardo; não tem nada com majoritários. A minha campanha é de deputado federal e não de senador", afirmou. "Tudo que eu faço é motivo de confusão. Todo o meu material de campanha está associado a Jarbas”.
Na entrada da casa de festa onde ocorreu o evento, militantes de Eduardo Campos portavam as suas bandeiras alaranjadas. Dentro do imóvel, muitas bandeiras de aliados de Guerra mostravam apoio a Eduardo Campos e José Serra.
A referência mais incisiva ao nome de Jarbas Vasconcelos foi durante o discurso de Raul Jungmann, que se referiu a ele como "o melhor governador que Pernambuco já teve". O prefeito de Limoeiro, Ricardo Teobaldo (PSDB), também discursou. Ele integra o grupo de prefeitos tucanos que anunciou o apoio à candidatura de Eduardo Campos. No entanto, no evento, ele nada falou em relação à disputa pelo Governo. Pediu votos para Guerra, para seu irmão, José Humberto, para José Serra e Raul Jungmann, mas ignorou completamente o cargo de governador.
SEM PRESSÕES - Quando obteve a palavra, Sérgio Guerra fez referências indiretas às querelas que vêm envolvendo o seu nome. "Desde o meu primeiro mandato de deputado estadual, eu tomei uma diretriz: eu sou um político independente. Ninguém manda em mim. Não me submeto a pressões e não temo intimidações", falou. "Aqui não podemos nos dividir quando os objetivos são para fortalecer o Estado", completou.
Guerra manteve o discurso de não agressão ao presidente Lula, chegando inclusive a dizer que ele fez muito pelo Brasil. "Agora o que tem que ser decidido não é se Lula é bom ou ruim; Lula não é candidato. É quem pode fazer o Brasil melhorar a partir daquilo que Lula deixa para nós", afirmou, completando que Serra é o mais preparado para suceder o petista. "Eu não mando em ninguém, não sou coronel de ninguém. Se alguém não quiser votar nele (Serra), é brasileiro e é companheiro do mesmo jeito. Porque assim é a democracia. Ninguém é contra a vontade do povo", disse.
O tucano ainda pediu votos para Raul Jungmann, mas não fez nenhuma alusão ao outro candidato de Jarbas ao Senado, Marco Maciel. Já no fim de seu discurso, ele fez a primeira e única referência a Jarbas. Iniciou dizendo que "quem vai ganhar a eleição em Pernambuco é quem falar para o povo de Pernambuco; não é um problema de ter mais prefeitos ou menos prefeitos". "Voto em Jarbas Vasconcelos. Se não quisesse votar, votaria em outro, porque o outro também é meu amigo, mas voto em Jarbas Vasconcelos, que é aliado nosso e é um grande político", falou.
Do: Jornal Agreste Notícia Fonte: JC Online
Ao todo, 26 candidatos à Assembleia Legislativa de Pernambuco fazem dobradinha com Guerra e muitos deles estiveram presentes ao evento, como o ex-prefeito de Gravatá Joaquim Neto (PSDB), Guilherme Uchôa (PDT), Terezinha Nunes (PSDB) e José Humberto (PDT). Entre os candidatos majoritários, o único que compareceu foi Raul Jungmann (PPS), da chapa jarbista e que pleiteia uma vaga no senado. Outro presença que se destaca é a do ex-prefeito de Brejo da Madre de Deus, Roberto Asfora, que esteve ao lado do presidente do PSDB, Sérgio Guerra.
Nas peças publicitárias de Guerra, assim como em seu discurso, a presença de Jarbas é bastante tímida. Nas ruas de Limoeiro, viam-se imagens de Guerra com Serra, Guerra com Marco Maciel, Guerra com José Humberto, mas de Jarbas apenas uma mínima logomarca com o nome e o número na parte inferior das propagandas. No palanque do tucano, montado numa casa de festa em Limoeiro, uma enorme imagem dele com José Serra, e a logomarca de Jarbas, além de pequena, ainda estava escondida pela arquibancada onde sentavam os aliados políticos.
Guerra e seus amigos se concentraram na fazenda do tucano antes do ato político. Lá, ele demonstrou uma certa irritação ao responder sobre a ausência de Jarbas no evento. "Aqui não tem nada com Jarbas e nem com Eduardo; não tem nada com majoritários. A minha campanha é de deputado federal e não de senador", afirmou. "Tudo que eu faço é motivo de confusão. Todo o meu material de campanha está associado a Jarbas”.
Na entrada da casa de festa onde ocorreu o evento, militantes de Eduardo Campos portavam as suas bandeiras alaranjadas. Dentro do imóvel, muitas bandeiras de aliados de Guerra mostravam apoio a Eduardo Campos e José Serra.
A referência mais incisiva ao nome de Jarbas Vasconcelos foi durante o discurso de Raul Jungmann, que se referiu a ele como "o melhor governador que Pernambuco já teve". O prefeito de Limoeiro, Ricardo Teobaldo (PSDB), também discursou. Ele integra o grupo de prefeitos tucanos que anunciou o apoio à candidatura de Eduardo Campos. No entanto, no evento, ele nada falou em relação à disputa pelo Governo. Pediu votos para Guerra, para seu irmão, José Humberto, para José Serra e Raul Jungmann, mas ignorou completamente o cargo de governador.
SEM PRESSÕES - Quando obteve a palavra, Sérgio Guerra fez referências indiretas às querelas que vêm envolvendo o seu nome. "Desde o meu primeiro mandato de deputado estadual, eu tomei uma diretriz: eu sou um político independente. Ninguém manda em mim. Não me submeto a pressões e não temo intimidações", falou. "Aqui não podemos nos dividir quando os objetivos são para fortalecer o Estado", completou.
Guerra manteve o discurso de não agressão ao presidente Lula, chegando inclusive a dizer que ele fez muito pelo Brasil. "Agora o que tem que ser decidido não é se Lula é bom ou ruim; Lula não é candidato. É quem pode fazer o Brasil melhorar a partir daquilo que Lula deixa para nós", afirmou, completando que Serra é o mais preparado para suceder o petista. "Eu não mando em ninguém, não sou coronel de ninguém. Se alguém não quiser votar nele (Serra), é brasileiro e é companheiro do mesmo jeito. Porque assim é a democracia. Ninguém é contra a vontade do povo", disse.
O tucano ainda pediu votos para Raul Jungmann, mas não fez nenhuma alusão ao outro candidato de Jarbas ao Senado, Marco Maciel. Já no fim de seu discurso, ele fez a primeira e única referência a Jarbas. Iniciou dizendo que "quem vai ganhar a eleição em Pernambuco é quem falar para o povo de Pernambuco; não é um problema de ter mais prefeitos ou menos prefeitos". "Voto em Jarbas Vasconcelos. Se não quisesse votar, votaria em outro, porque o outro também é meu amigo, mas voto em Jarbas Vasconcelos, que é aliado nosso e é um grande político", falou.
Do: Jornal Agreste Notícia Fonte: JC Online


Nenhum comentário:
Postar um comentário