Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de julho de 2026

PESQUISA APONTA QUE 81% DOS EMPRESÁRIOS DO POLO DE CONFECÇÕES CONSIDERAM FIM DA “TAXA DAS BLUSINHAS” PREJUDICIAL AO SETOR

 Uma pesquisa divulgada pelo Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções em Pernambuco (NTCPE) revelou que a grande maioria dos empresários do Polo de Confecções do Estado acredita que a extinção da tributação sobre importações de pequeno valor, popularmente conhecida como "Taxa das Blusinhas", deverá trazer impactos negativos para a indústria regional.

 De acordo com a edição especial do Índice de Confiança do Empresário do Setor Têxtil e de Confecções (ICETEC), realizada em parceria com a Macro BI Consultoria, 81% dos empresários classificam a medida como negativa ou muito negativa para o setor.

 O levantamento mostra ainda que 90,5% dos entrevistados afirmam conhecer a mudança na legislação e 78,6% dizem possuir alto ou médio nível de conhecimento sobre os efeitos da alteração no mercado.

Concorrência com produtos importados preocupa empresários - Entre os principais impactos apontados pela pesquisa, 83,3% dos confeccionistas acreditam que haverá aumento imediato da concorrência com produtos importados comercializados por plataformas internacionais.

As maiores preocupações são:

  • 33,3% apontam possível redução das vendas;
  • 31% temem uma pressão para redução dos preços no mercado nacional;
  • 19% acreditam que haverá diminuição das margens de lucro.

 O estudo também evidencia que boa parte das empresas ainda não se considera preparada para enfrentar esse novo cenário competitivo. Apenas 31% afirmam estar prontas para competir em igualdade de condições, enquanto 66,6% dizem estar apenas parcialmente ou pouco preparadas.

Produção e empregos podem ser afetados - Os reflexos também devem atingir a produção e o mercado de trabalho.

 Segundo a pesquisa, 50% das empresas pretendem reduzir o volume de produção nos próximos meses.

 Já em relação aos empregos, 61,9% dos empresários preveem impactos negativos na geração de vagas. Desse total:

  • 35,7% afirmam que pretendem desacelerar ou suspender novas contratações;
  • 26,2% admitem que poderão realizar demissões.

 A redução do quadro de funcionários, inclusive, foi apontada por 33,3% dos entrevistados como uma das primeiras estratégias para enfrentar o aumento da concorrência.

Empresários cobram apoio do Governo - Outro dado que chama atenção é que 95,2% dos empresários defendem a adoção de medidas governamentais para fortalecer o Polo de Confecções.

Entre as principais reivindicações estão:

  • Redução da carga tributária (52,4%);
  • Linhas de crédito para capital de giro (47,6%);
  • Fortalecimento dos centros de compras do Polo (38,1%);
  • Novos mecanismos de proteção à indústria nacional (38,1%);
  • Incentivos à indústria local (28,6%);
  • Investimentos em inovação tecnológica (26,2%);
  • Programas de incentivo às exportações (21,4%).

NTCPE destaca necessidade de ações para preservar competitividade - Para o diretor-presidente do NTCPE, Pedro Miranda, os resultados da pesquisa reforçam a necessidade de ações conjuntas entre o setor produtivo e o poder público.

 “O Polo de Confecções é um motor socioeconômico vital para Pernambuco. Os resultados do ICETEC reforçam a necessidade urgente de combinarmos inovação, produtividade e políticas que equilibrem as regras do jogo para preservar a competitividade e os empregos da nossa região”, afirmou.

 Pedro Miranda destacou ainda que, após a edição da Medida Provisória relacionada ao tema, o Governo de Pernambuco convocou representantes do setor para construir uma agenda estratégica destinada a reduzir os impactos da concorrência internacional.

 Segundo ele, o NTCPE participa ativamente dessas discussões para minimizar os efeitos da entrada de produtos asiáticos comercializados por plataformas de comércio eletrônico.

Sobre o ICETEC - O Índice de Confiança do Empresário do Setor Têxtil e de Confecções (ICETEC) é um levantamento desenvolvido pelo NTCPE em parceria com a Macro BI Consultoria, com o objetivo de acompanhar o sentimento dos empresários e subsidiar políticas voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva da moda em Pernambuco.

 Nesta edição especial, o estudo analisou exclusivamente os impactos da extinção da tributação sobre importações de pequeno valor, tema que tem gerado preocupação entre empresários do Polo de Confecções do Agreste, um dos principais polos têxteis do Brasil.

Do: Blog Agreste Notícia

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

TORITAMA REGISTRA A MAIOR FEIRA DO JEANS DE 2025 E BATE RECORDE DE EXCURSÕES NO FERIADO DA CONSCIÊNCIA NEGRA

 A cidade de Toritama, conhecida nacionalmente como a Capital do Jeans, viveu na quinta-feira (20), o seu dia mais movimentado do ano. A Feira do Jeans registrou 248 excursões, o maior número de 2025, segundo balanço oficial divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do município.

 O crescimento expressivo ocorreu durante o feriado da Consciência Negra, quando compradores atacadistas de todo o país lotaram a feira e impulsionaram o comércio local.

📊 Recorde de movimento - O levantamento detalhado mostra que chegaram à cidade:

  • 159 ônibus
  • 64 vans
  • 19 caminhões
  • 6 micro-ônibus
  • Total: 248 excursões, superando com folga as 198 da última semana (13/11).

 O salto no número de compradores reflete o início do período mais forte do ano para o setor têxtil: a alta estação de vendas de fim de ano.

🚗 Trânsito intenso e engarrafamento na BR-104 - Além das excursões, milhares de carros de passeio seguiram para Toritama, provocando:

  • Engarrafamento quilométrico na BR-104;
  • Relatos de pessoas descendo dos veículos para seguir a pé até a feira devido ao trânsito parado.

 A movimentação confirma o aquecimento total do comércio local e reforça a importância da cidade no polo de confecções do Agreste.

🗣 Prefeito comemora resultado - O prefeito de Toritama, Sérgio Colin (PP), destacou o impacto positivo do recorde para a economia:

 “Nossa alta estação de vendas segue com força total. Estamos muito satisfeitos com o resultado, que movimenta toda a nossa economia. A expectativa é que o volume de clientes aumente ainda mais nas próximas feiras de novembro e dezembro. Estamos preparados para receber a todos com a segurança e a qualidade que o nosso jeans oferece”, afirmou.

🧵 Expectativa para as próximas feiras - Com o avanço da temporada, a expectativa é que a última feira de novembro e as primeiras de dezembro registrem movimento ainda maior, ajudando a consolidar 2025 como um ano de forte recuperação e expansão para o setor de confecções de Toritama.

 A Capital do Jeans segue firme como um dos maiores polos de moda do Brasil, atraindo compradores de todos os estados e movimentando a economia regional.

Do: Blog Agreste Notícia

sexta-feira, 7 de março de 2025

BRASIL PERDE POSTO E ENCERRA 2024 COMO 10ª MAIOR ECONOMIA DO MUNDO

 O Brasil caiu da nona para a décima posição entre as maiores economias do mundo, segundo o ranking elaborado pela agência de classificação de risco Austin Rating. O país foi superado pelo Canadá, encerrando 2024 com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2,179 trilhões, contra US$ 2,21 trilhões da economia canadense.

Fatores que influenciaram a queda - Apesar de a economia brasileira ter crescido 3,4% no ano, um dos principais fatores que explicam essa perda de posição foi a desvalorização do real frente ao dólar. Em 2024, a moeda americana ultrapassou a barreira dos R$ 6 e acumulou uma alta de 27% frente ao real, o maior aumento dos últimos quatro anos. De acordo com o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, a deterioração do câmbio afetou diretamente o desempenho econômico do país em dólares.

 Em moeda nacional, o PIB brasileiro somou R$ 11,7 trilhões no ano passado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento, no entanto, não foi suficiente para impedir a perda de uma posição no ranking global.

Histórico do Brasil no ranking - O Brasil já esteve em posições mais privilegiadas no ranking das maiores economias do mundo. Entre 2010 e 2014, o país figurou como a sétima maior economia global. No entanto, com a crise econômica, caiu para fora do top 10 em 2020. Em 2022, ficou na 11ª posição e, no ano seguinte, conseguiu retornar ao grupo das dez maiores economias. Agora, em 2024, perdeu novamente uma posição.

Ranking das maiores economias do mundo em 2024:

  1. Estados Unidos - US$ 29,16 trilhões
  2. China - US$ 18,27 trilhões
  3. Alemanha - US$ 4,71 trilhões
  4. Japão - US$ 4,07 trilhões
  5. Índia - US$ 3,88 trilhões
  6. Reino Unido - US$ 3,59 trilhões
  7. França - US$ 3,11 trilhões
  8. Itália - US$ 2,41 trilhões
  9. Canadá - US$ 2,21 trilhões
  10. Brasil - US$ 2,179 trilhões

Projeção para 2025 - Para 2025, a Austin Rating projeta que o Brasil deve manter-se na 10ª posição, sem grandes mudanças esperadas no cenário econômico global. A estabilidade cambial e a política monetária serão fatores cruciais para evitar novas quedas no ranking. Confira na tabela acima.

Do: Blog Agreste Notícia

sábado, 1 de fevereiro de 2025

SANTA CRUZ LIDERA CRESCIMENTO DE EMPREGOS NO AGRESTE EM 2024

 Santa Cruz do Capibaribe, um dos principais polos econômicos do Agreste Setentrional de Pernambuco, alcançou um marco histórico em 2024 ao se consolidar como o município da região com o maior crescimento na oferta de empregos. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), a cidade gerou 641 novos postos de trabalho, reforçando seu papel como motor do desenvolvimento econômico local.

 Esse desempenho positivo é resultado direto da gestão do ex-prefeito Fábio Aragão, que, ao longo de seus quatro anos de mandato, impulsionou a criação de 2.681 empregos. A administração do ex-gestor demonstrou um compromisso efetivo com a geração de oportunidades para a população local, fortalecendo a economia e estimulando o setor produtivo.

 Santa Cruz do Capibaribe é reconhecida por seu dinâmico setor de vestuário, sendo um dos maiores centros de geração de emprego e renda do estado. Agora, com a gestão do novo prefeito, Helinho Aragão, as expectativas são ainda mais otimistas. A continuidade do trabalho iniciado por Fábio Aragão promete manter o crescimento econômico em alta, consolidando a cidade como referência no mercado de confecções e na empregabilidade em Pernambuco.

 Com um vasto polo industrial e um setor de confecções em plena expansão, Santa Cruz do Capibaribe segue atraindo investidores e fortalecendo sua economia. A cidade reafirma seu protagonismo no Agreste Setentrional, mostrando que, com gestão eficiente e planejamento estratégico, é possível gerar desenvolvimento e mais qualidade de vida para sua população.

Do: Blog Agreste Notícia

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

MODA CENTER RECEBE PÚBLICO RECORDE DE 170 MIL PESSOAS NO FERIADO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

 Nesta sexta-feira, 15 de novembro, o Moda Center, em Santa Cruz do Capibaribe, atingiu um marco histórico, recebendo um público recorde de 170 mil pessoas durante sua feira especial de feriado.

 Clientes e lojistas de todas as regiões do Brasil lotaram o maior centro atacadista de confecções do país em busca de roupas com preço de fábrica, aquecendo o comércio e impulsionando a economia da região.

 Desde as primeiras horas do dia, foi registrada uma movimentação intensa de veículos e pessoas, reforçando a grandiosidade e a importância do Moda Center no cenário nacional. O fluxo de visitantes e o alto volume de negócios evidenciam a força do gigante da moda, que segue como referência para o setor atacadista de confecções.

 A estimativa do Moda Center nessa alta temporada é um aumento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

 Desde o começo do mês, uma movimentação considerável vem sendo registrada a partir do meio-dia da quinta-feira seguindo até por volta das 20h. E na sexta, o dia oficial da feira, a movimentação começa por volta das 5h seguindo até às 18h.

Do: Blog Agreste Notícia

sábado, 2 de novembro de 2024

COMEÇA A ALTA TEMPORADA NO MODA CENTER COM EXPECTATIVA DE RECORDE DE PÚBLICO E AUMENTO NAS VENDAS


 Nesta sexta-feira (1º), começou oficialmente a Alta Temporada de Final de Ano no Moda Center, em Santa Cruz do Capibaribe-PE, o período mais aguardado pelos comerciantes e clientes do maior centro atacadista de confecções do Brasil. Este ano, a expectativa é atrair públicos superiores a 100 mil pessoas por feira, movimentando intensamente o comércio local.

 Nos dias de maior fluxo, como 15 de novembro e 13 de dezembro, mais de 150 mil pessoas devem passar pelo complexo, em busca de boas oportunidades para renovar estoques e garantir as vendas do fim de ano.


 Para receber o grande volume de visitantes, o Moda Center intensificou sua operação. Houve reforço nas equipes de limpeza, segurança e organização do trânsito, garantindo mais conforto e segurança a todos. A Operação Têxtil, desenvolvida em parceria com as polícias Militar e Civil, também já está em ação para proporcionar um ambiente ainda mais seguro para os comerciantes e compradores.

 A Alta Temporada seguirá até o dia 27 de dezembro. Embora o dia oficial da feira seja a sexta, das 5h às 18h, a movimentação já se inicia a partir do meio-dia da quinta-feira, quando o parque começa a receber centenas de excursões vindas dos mais diversos lugares do país.

 A administração do Moda Center estima um crescimento de até 8% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, refletindo o otimismo e o potencial de negócios que esta temporada traz para toda a região. 

Do: Blog Agreste Notícia

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

MUNICÍPIOS COMEMORAM MAIS DE R$ 11 BILHÕES EM CAIXA

 Depois da tempestade, a bonança: os municípios estão comemorando uma economia da ordem de R$ 11 bilhões por ano com a derrubada do veto pelos parlamentares ao Projeto de Lei (PL) 334/2023, que previa a redução da alíquota patronal recolhida pelas prefeituras ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 20% para 8%. Isso especialmente aos municípios que possuem coeficiente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) inferior a 4,0 pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

 Também como consequência da queda do veto à desoneração da folha de pagamento, 5.366 municípios pagarão apenas 60% da alíquota. O balanço é da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com a ressalva de que a aprovação teve forte articulação do movimento, liderado pelo presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, que articulou a aprovação da matéria junto ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

 “Essa conquista é fruto das mobilizações que ocorreram durante este ano, especialmente dos prefeitos nordestinos, mais afetados pela dívida previdenciária, mostrando a angústia que estão vivendo na ponta para prestar serviços à população. Havia grande resistência para essa votação e trabalhamos fortemente para conseguir contornar e garantir a aprovação. A nossa luta continuou quando o presidente vetou a proposta e nos últimos dias atuamos junto aos parlamentares pela derrubada do veto”, relata Ziulkoski.

 O presidente da CM disse, ainda, que o projeto foi muito importante para fazer frente à crise financeira enfrentada pelos Municípios.

 “Não é a solução, mas é um importante avanço. E vamos manter nossa atuação em busca de um pacto federativo mais justo e efetivo”, afirmou.

 Um levantamento da CNM sobre o pagamento do 13° salário do funcionalismo público municipal revelou que 46,7% dos gestores estão pessimistas para 2024.

Do: Blog Agreste Notícia Fonte: Blog do Magno

sábado, 2 de dezembro de 2023

TORITAMA FECHA O MÊS DE NOVEMBRO COM GRANDIOSA FEIRA DO JEANS

 O fluxo de compra e venda de roupas foi intenso na última feira do mês de novembro, a Feira do Jeans de Toritama teve grande lotação de compradores em todos os setores envolta do Parque das Feiras, o principal centro de comércio da Capital do Jeans.

 De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, cerca de 50 mil compradores desembarcaram no estacionamento da feira, na manhã da última quinta-feira (30). A BR-104 apresentou trânsito lento numa extensão relativa de 5 quilômetros, haja vista, o grande fluxo de veículos de excursões, provenientes de todos os estados do Nordeste para o polo das confecções de Pernambuco.

Do: Blog Agreste Notícia

quinta-feira, 30 de novembro de 2023

MUNICÍPIOS RECEBEM REPASSE DE MAIS DE R$ 4 BILHÕES DE RECOMPOSIÇÃO DO FPM

 Em crise, com a canetada do Governo Lula nos repasses federais, os municípios terão um alívio em seus caixas. Recebem hoje o repasse da recomposição para as perdas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), ocorridas entre julho e setembro. O valor total a ser disponibilizado corresponde a R$ 4.171.170.607,96 (quatro bilhões, cento e setenta e um milhões, sento e setenta mil reais e se. Esta conquista foi possível a partir da mobilização da Confederação Nacional de Municípios (CNM) junto com os prefeitos.

 Em mensagem aos gestores municipais, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, reforçou que é resultado da luta importante que contou com a ajuda dos gestores de todo o País.

 “É a luta do nosso trabalho e do trabalho de vocês que acreditaram na Confederação. Tivemos outras conquistas que estão aliviando este fim de ano”, afirmou.

 O indicativo do pagamento consta no Comunicado LC 201/2023 disponibilizado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). De acordo com o disciplinado pela Portaria Normativa MF 1357/2023, os repasses serão pagos de acordo com a atual distribuição do Fundo de Participação dos Municípios. Dos valores repassados incidirá o desconto de 1% da contribuição para o PIS/PASEP.

 A Confederação enviou para os gestores municipais neste mês as estimativas de repasses baseadas nos valores anunciados na Lei 14.727/2023, que abriu no Orçamento o crédito de R$ 4.296.500.833 para transferência temporária ao FPM de acordo com os termos da LC 201/2023.

ICMS - O comunicado da STN também anuncia a liberação da 1ª parcela do adiantamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 2024, com o depósito para Estados e o Distrito Federal a ocorrer também no dia 30 de novembro. Para o recebimento da segunda parcela, prevista para dezembro, os Estados e o Distrito Federal deverão comprovar que efetuaram os repasses aos Municípios referente aos valores recebidos no dia 30.

Veto 38 do INSS - Em vídeo, Ziulkoski celebrou a conquista e convocou os gestores a iniciarem a luta pela derrubada do projeto que diminuiu a alíquota sobre a folha de pagamento do INSS, com impacto de R$ 11,3 bilhões aos Municípios. “No dia da votação do veto, que ainda está para ser marcada, abandone tudo e fique em contato com seu deputado e senador para derrubar o veto que nasceu com trabalho muito grande no nordeste e na Bahia”, disse.

 No último dia 23 de novembro, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou o art. 4º do Projeto de Lei 334/2023, que estabelece a redução para 8% das alíquotas das contribuições sociais a serem pagas ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) pelas cidades com população de até 156,2 mil habitantes.

Do: Blog Agreste Notícia

terça-feira, 28 de novembro de 2023

FPM: PREFEITURAS RECEBEM R$ 3,3 BILHÕES NESTA QUINTA-FEIRA (30)

  A União deposita, nesta quinta-feira (30), nas contas bancárias das prefeituras do país, um total de R$ 3.361.483.980,94 (três bilhões, trezentos e sessenta e um milhões, quatrocentos e oitenta e três mil, novecentos e oitenta reais e noventa e quatro centavos) relativo à terceira parcela de novembro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O Brasil possui mais de 5.500 municípios e todos eles têm direito a estes recursos, que são descontados do contribuinte através do Imposto de Renda e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e são distribuídos às prefeituras através do Banco do Brasil.

 Somente as prefeituras com algum tipo de pendência (de ordem burocrática ou devido a inadimplências) estão impedidas de receber. Mas, a maioria está “em dia” e tem acesso aos repasses, que podem ser usados pelos gestores municipais de diversas formas, em benefício da população.

 De acordo com o consultor de Orçamentos César Lima, os repasses do FPM neste terceiro decêndio do mês apresentam uma queda de 10% em relação ao mesmo decêndio do mês anterior.

 “Apesar de apresentar um acréscimo de 16% em relação ao mesmo período do ano de 2022, essa queda reinicia um ciclo de baixa que tinha se estabilizado no início do segundo semestre”, avalia. Portanto, o Fundo “retoma uma tendência de queda”.

 No entanto, o especialista observa que é necessário esperar pelos resultados da arrecadação de dezembro, mês em que tradicionalmente há o aumento do consumo, em função do período natalino, “para ver se há uma melhora nesse cenário”.  César Lima acrescenta ainda que, em geral, “a recomendação aos perfeitos é que eles utilizem esses valores para o pagamento de pessoal e também para acertar as dívidas, que podem vir a bloquear o FPM, caso não sejam quitadas”.

Importância para os municípios - O FPM é uma das principais fontes de receita dos municípios e ajuda a custear despesas obrigatórias, como o pagamento de servidores públicos e da Previdência, além de outras melhorias para a população. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) estima que o Fundo é a maior fonte de recursos de cerca de 60% das prefeituras de todo o Brasil. Quando cai a arrecadação, a maioria das prefeituras enfrenta grandes dificuldades para manter as contas em dia.

 É o que explica a controladora-geral do município de Cacoal (RO), Patrícia Migliorini Costa. Cacoal tem aproximadamente 100 mil habitantes – município considerado de porte médio para os padrões de Rondônia. Segundo ela, a arrecadação não é suficiente para gerir as contas, obrigando Cacoal a depender de repasses federais, como o FPM.  “Quando baixa a arrecadação, o gestor é obrigado a fazer cortes. Estamos passando por isso: esse ano mesmo, a nossa previsão de arrecadação é 10% inferior ao que a gente tinha programado. E esses 10% atingem a casa dos 33 milhões [de reais]”, explica Migliorini Costa.

Do: Blog Agreste Notícia

domingo, 12 de março de 2023

PESQUISA | 84% DAS FAMÍLIAS PERNAMBUCANAS ESTÃO ENDIVIDADAS, SEGUNDO FECOMÉRCIO-PE



 De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela CNC, em fevereiro de 2023, 84% das famílias pernambucanas tinham o orçamento comprometido com dívidas. Em números absolutos, 438.366 famílias estavam endividadas no estado, um aumento de 1,29% em comparação com o mês de janeiro de 2023 e de 4,75% em relação a fevereiro do ano passado.

 A PEIC/CNC considera que o endividamento das famílias se refere a contas ou despesas contraídas com cartão de crédito, cheques pré-datados, carnês de lojas, empréstimo pessoal, compra de imóveis e prestações de carros e seguros. Na pesquisa, as estimativas também diferenciam dois grupos de renda: famílias cuja renda é de até 10 salários-mínimos e famílias com renda superior a esse patamar.

 Entre as famílias que recebem até 10 salários-mínimos, o índice de endividamento foi de 84,1%. Já entre as famílias que ganham acima desse valor, 82,6% estavam comprometidas com dívidas.

 A PEIC estima que 62,6% das famílias pernambucanas com até 10 salários-mínimos comprometiam entre 11% a 50% da renda com dívidas, situação em que também se registram 57,2% das famílias com renda acima de 10 salários mínimos.

 Considerando o recorte de renda de até 10 salários-mínimos, 89,7% das famílias possuíam dívidas com cartão de crédito, 29,7% das famílias com carnês e 6,8% das famílias com cheque especial. Entre as famílias com renda acima de 10 salários-mínimos, as principais dívidas foram com o cartão de crédito (96,7% das famílias), financiamento de carro (23,9%) e carnês (22,8%).

 A PEIC/CNC define, ainda, que a potencial inadimplência é a expectativa dos devedores de não pagarem suas dívidas no mês subsequente ao levantamento. Já o atraso no pagamento (inadimplência) é o ato de não cumprir os compromissos feitos com o endividamento.

 Ao ocorrer inadimplência, tende a haver uma desaceleração do consumo, que onera, principalmente, pequenas empresas do setor de comércio e serviços. Além disso, o risco de emprestar dinheiro aumenta para os credores, levando a uma potencial elevação na taxa de juros do crédito. Paralelamente, danos de saúde, como depressão e ansiedade, já foram associados a pessoas em situação de inadimplência, segundo a Organização Mundial da Saúde.

 Em Pernambuco, 40,1% das famílias com até 10 salários-mínimos possuem dívida em atraso, enquanto apenas 8,3% das famílias com mais de 10 salários-mínimos possuem dívida atrasada.

 Dentre as famílias com atraso, 52,8% com até 10 salários-mínimos não terão condições de pagar a dívida no próximo mês, enquanto 40% das famílias com mais de 10 salários-mínimos terão condições de pagar suas dívidas parcialmente.

 Em geral, o tempo médio de comprometimento do orçamento familiar com dívidas, em Pernambuco, é de 32 semanas – cerca de 8 meses. 33,7% das famílias com até 10 salários-mínimos estão comprometidas com dívidas entre 3 e 6 meses, enquanto 43,3% das famílias com até 10 salários-mínimos estão comprometidas com dívidas por mais de 1 ano. O tempo médio de atraso, em Pernambuco, é de 64 dias, enquanto no Brasil, o tempo médio de atraso é de 63 dias. Entre aqueles que recebem até 10 salários-mínimos, 47,4% têm um tempo de atraso acima de 90 dias, participação similar àquela das famílias com renda mais elevada (46,7%).

 Os dados da PEIC indicam que as famílias de menor renda relativa são as mais afetadas por dívidas. Esse quadro, que guarda relações com as desigualdades de renda, pode ocasionar menor consumo e menor investimento, afetando negativamente a economia estadual. Para evitar essa situação e contribuir com o crescimento econômico do comércio e serviços em Pernambuco, é importante adotar medidas de mitigação de atrasos no pagamento de dívidas, reduzindo o índice de inadimplência.

Do: Blog Agreste Notícia

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

TRÊS EM CADA 10 FAMÍLIAS PERNAMBUCANAS ESTÃO INADIMPLENTES, SEGUNDO A FECOMÉRCIO-PE

 O levantamento da CNC em dezembro, sobre o perfil de endividamento dos brasileiros, revelou um forte avanço da proporção de endividados e inadimplentes nos últimos anos, refletindo uma sequência de fatos da conjuntura econômica nacional, agravados pelas condições impostas pela pandemia e pelos reflexos globais do conflito bélico na Europa.

 O endividamento das famílias tem sido pauta assídua no noticiário econômico desde o segundo semestre do ano passado. Ele tolhe o poder de compra e o crescimento da economia, levando a um desempenho tímido no varejo e na indústria. Instituições, como a CNC, que acompanham a situação e a percepção dos brasileiros quanto ao assunto apontam o aumento na buscam por crédito e o avanço na inadimplência como síntese de uma trajetória iniciada com a pandemia em 2020 e que impõe desafio relevante para o início do novo governo em 2023.

 A tendência ao endividamento e inadimplência ainda reflete o período mais grave da pandemia, em que foram necessárias medidas para conter a disseminação do coronavírus. O trajeto, desde então, foi de queda na renda do trabalho, compensada de forma descontinuada pelo auxílio emergencial, seguida de uma maior busca por crédito – seja para compor a renda emergencial ou para iniciativas empreendedoras dos que perderam o trabalho –, cujo custo aumentou substancialmente à medida que o Banco Central ajustou a taxa básica de juros (Selic) – a qual era de 2,00% a.a. em 2020 e atualmente se encontra no patamar de 13,75% a.a. – como mecanismo para conter a inflação.

 Segundo a pesquisa, medida pela média anual, a proporção de famílias que se declaram endividadas no Brasil avançou pouco mais que 14 pontos percentuais de 2019 a 2022, saindo de 63,6% para 77,9%. Esse movimento reverteu uma tendência de queda que se observava desde 2013, quando era de 62,5%, chegando a 60,3% em 2018.

 Segundo o recorte local realizado pela Fecomércio-PE, no estado de Pernambuco, a trajetória foi semelhante, com uma queda relativamente mais acentuada entre 2014 e 2018 (de 73,0% para 64,6%), mas também um avanço recente bem mais acelerado que o observado na média nacional, chegando a 81,0% em 2022.

Em ambos os casos – Brasil e Pernambuco – trata-se de uma média recorde na série histórica da pesquisa.

 A proporção de inadimplentes, por sua vez, também avançou consideravelmente no Brasil em 2022, quando aproximadamente três a cada dez se encontraram com algum pagamento ou compromisso financeiro atrasado.

 Em Pernambuco, a proporção alcançou efetivamente a marca de 3 em cada 10 famílias, patamar que se mantém desde o ano de 2020, impactando sobretudo a perspectiva de consumo entre as famílias de mais baixa renda, com até dois salários mínimos mensais.

 Para essa situação, corroborou sobretudo o avanço persistente dos preços em itens de despesa doméstica mais essenciais, aos quais as famílias de baixa renda são mais sensíveis – como alimentos (alta de +13,23% no ano) e bebidas (+11,45%), materiais de higiene (+16,69%) e limpeza (+19,49%) e produtos farmacêuticos (+13,52%) –, que acumularam alta de preços muito acima da média geral (+5,79%) e pressionaram fortemente o orçamento, afetando a capacidade de honrar compromissos financeiros.

 A essa situação somou-se o aumento frequente do custo do crédito, refletindo a subida acelerada da Selic, o que também dificulta o pagamento das dívidas em atraso. Nesse contexto, também preocupa o avanço paulatino do percentual de famílias sem condições de pagamento das dívidas em atraso, que em 2022 chegou a 10,7% no Brasil, mas se apresenta mais elevado em Pernambuco, onde saiu de 12,6% em 2019 para 15,2% no último ano.

Do: Blog Agreste Notícia

domingo, 11 de dezembro de 2022

PEIC-PE: PERCENTUAL DE FAMÍLIAS ENDIVIDADAS TEM LEVE RECUO EM NOVEMBRO, MAS INADIMPLÊNCIA PERSISTE EM TENDÊNCIA DE ALTA


 No mês de novembro o percentual de famílias que se declaram endividadas no estado de Pernambuco oscilou levemente para baixo, após uma tendência de elevação iniciada em junho, aponta FECOMÉRCIO-PE.

 Em novembro, 81,1% das famílias se encontravam com algum tipo de dívida a vencer, a exemplo de cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado ou pessoal, financiamento de carro ou de casa. Apesar da melhora em relação ao início de 2022, quando chegou a 83% em março, o indicador ainda se encontra bem acima do nível registrado há um ano, quando se encontrava em 78,8%.

 O percentual de famílias com contas em atraso – as inadimplentes –, por sua vez, segue em tendência de elevação pelo terceiro mês consecutivo. Em novembro, 30,4% se encontravam com pagamentos atrasados, contra 27,1% registrados em agosto. O percentual, por outro lado, está 1 ponto percentual abaixo de novembro do ano anterior. Em novembro também se destaca o tempo médio de atraso das contas vencidas, que avançou de 59 para 61 dias.

 Já o percentual de famílias que se declaram sem condições de quitar as contas em atraso ficou estagnado em novembro, ficando em 14,4% contra 14,2% no mês anterior. Embora considerado elevado, o indicador está abaixo do registrado no mesmo período de 2021, quando chegou a 16,8%.

 Configurando o quadro de endividamento em agosto, observa-se leve recuo no percentual de famílias que se percebem em situação de endividamento elevado e se declaram “muito endividadas”: de 21,8% em novembro de 2021, para 20,2% em outubro de 2022 e, por fim, 19,5% no último mês. Também apresenta recuo o percentual de famílias que declaram não possuir nenhum tipo de dívida pressionando o orçamento: de 21,2% em novembro do ano anterior para 18,9% em novembro de 2022. A principal mudança foi no percentual daquelas que se consideram ‘pouco endividadas’: de 21,6% para 27,7% na comparação entre novembro de 2021 e o mesmo período de 2022.

 No que diz respeito à composição das dívidas, o cartão de crédito segue como principal vetor do endividamento, sendo citado por 91,8% das famílias, mas ressalta o recuo no percentual de famílias que citaram outros meios de contração de dívidas, na comparação com novembro do ano anterior, destacando-se o cheque especial (de 14,1% para 9,2%), sinalizando que as famílias tendem a priorizar a quitação do débito em conta corrente este ano, aproveitando o aporte do 13 ° salário.

Do: Blog Agreste Notícia Fonte: Assessoria

terça-feira, 8 de novembro de 2022

FEIRA DA MADRUGADA ABRIU A ALTA ESTAÇÃO DE VENDAS NESTE FIM DE SEMANA EM TORITAMA


 A novidade do Polo das Confecções foi a Feira da Madrugada de Toritama, Agreste Setentrional de Pernambuco, que começou na madrugada do sábado para o domingo (06/11).


 A Feira da Madrugada começou tranquila com a adesão de vários feirantes, quem chegou primeiro vendeu mais. O pátio de estacionamento do Parque das Feiras lotou de carros de passeio até o final da feira, ao meio dia do domingo.

 Cerca de 30 mil compradores compareceram este fim de semana na feira Toritama.

Agenda das feiras:

Sábados - Das 08h00 às 16h00.

Domingos - das 02h00 às 12h00

Do: Blog Agreste Notícia