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sábado, 4 de setembro de 2021

EX-PREFEITO HILÁRIO EXPLICA OS MOTIVOS DE NÃO TER CONSEGUIDO PAGAR SALÁRIOS NO FINAL DO ANO

 O ex-prefeito do Brejo da Madre de Deus, Hilário Paulo (PSD), em entrevista concedida ao programa Studio 1 da Rádio Polo FM, explicou os motivos pelo qual, não conseguiu pagar os salários do final de ano.

 “Em relação a nossa administração, o maior problema que eu tive, foi justamente o Covid. Eu passei 31 dias afastado da Prefeitura e a gente tinha um planejamento, mas aquele planejamento não foi adiante porquê, nesse intervalo, Josevaldo que já não fazia mais parte do nosso grupo, assumiu a Prefeitura e como cada pessoa que vai, tem o seu objetivo, em uma das decisões dele, foi utilizar a nossa economia e recurso do auxílio que as prefeituras estavam recebendo”, enfatizou.

 Hilário ainda explicou que a maioria das Prefeituras cancelaram os contratos dos servidores que estavam em casa, mantendo apenas um auxílio de R$ 200,00 ou R$ 300,00, no entanto, estava garantindo meio salário em sua gestão, para aqueles funcionários que estavam em suas residências, o que foi, segundo o Ex-Prefeito, desfeito pelo interino.

 “No início do ano, quando fizemos os contratos da Educação, que não houve aulas, todas as cidades aqui vizinhas cancelaram os contratos, e todas colocaram um auxílio, teve cidade que foi de R$ 300,00 por funcionário que perdeu o emprego, outros foi de R$ 200,00, mas no nosso caso, a gente ficou pagando 50% do salário mínimo a cada uma daquelas pessoas que lá estavam. Com a posse de Josevaldo, ele tomou uma decisão de aquelas pessoas que haviam recebido meio salário, complementar o valor daqueles que estavam em casa e isso automaticamente, com a economia que tínhamos feito, dentro do nosso planejamento, e isso nos atrapalhou, pois esse recurso que a gente entendia, que pelas dificuldades financeiras, a questão da pandemia e pela economia de todos os municípios que estavam sufocados, a gente teria esse suporte para o final do ano”, justificou.

 Para Hilário Paulo, o atual prefeito Roberto Asfora (PSDB) ainda não efetuou os pagamentos dos salários por que não quis, pois segundo ele, se tivesse sido reeleito teria resolvido o problema no dia 10 de janeiro.

 “Seguimos o nosso planejamento e se a gente tivesse sido reeleito, esse problema já teria sido superado, pois o que está faltando é vontade, até porquê, até agora, somente de FPM, o município do Brejo da Madre de Deus já recebeu mais de 46% a mais do que o mesmo período do ano passado. Primeiro, o Brejo mudou de faixa, a gente recebia 2.0 e passou a receber 2.2 a partir de janeiro desse ano, e também o FPM esse ano não teve quedas. O FUNDEB não sofreu nenhum reajuste de salário por conta da pandemia, os salários ficaram todos congelados e já recebeu mais de 14% a mais, do que o ano passado. Então, essas foram as dificuldades e se a gente tivesse na Prefeitura, teria pago no dia 10 de janeiro, a pesar daquele planejamento que fizemos antes da minha internação não ter ido adiante, teríamos condições de pagar todos os salários”, garantiu.

 Apesar de somente nos oito primeiros meses do ano, a Prefeitura do Brejo ter tido uma receita de mais de R$ 64 milhões, os salários atrasados e parte do 13º Salário, ainda não foi pago pela atual gestão.

Do: Blog Agreste Notícia

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