A denúncia foi formulada pelos vereadores Hilário Paulo, Flávio Diniz e Laelson do Sindicato em março de 2015, depois que os parlamentares realizaram uma investigação por contra própria e constataram os fortes indícios de que a empresa era ‘fantasma’, em nome de um motorista de ônibus que era utilizado como ‘laranja’ no contrato que movimentou mais de R$ 4 milhões de reais com a Prefeitura de Brejo em um ano e vinte dias através da dispensa de licitação nº. 007/2013, após o então prefeito Roberto Asfora decretar estado de emergência ao assumir o poder executivo daquele município.
Entre as irregularidades encontradas pelos parlamentares, está a validade do decreto que tinha vigência de 90 dias, mas o gestor da época utilizou-o durante o tempo que esteve governando o município sem se quer renova-lo, operando assim de maneira irregular.
Depois de instaurar um Inquérito Civil, a Procuradoria da República solicitou que a Polícia Federal investigasse a denúncia e tomasse os depoimentos dos supostos envolvidos. Em janeiro desse ano, o procurador da República Luiz Antônio Miranda Amorim Silva, solicitou copias das oitivas.
A mesma denúncia também é apurada pelo Ministério Público de Pernambuco, já que também envolve dinheiro estadual.
A reportagem do Agreste Notícia tentou falar com o ex-prefeito Roberto Asfora sobre o assunto, porém o telefone do mesmo encontrava-se em caixa postal.
Do: Blog Agreste Notícia



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