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| Governador Paulo Câmara e Áureo Cisneiro (presidente do SINPOL) |
O vice-presidente do SINPOL, Rafael Cavalcanti, argumentou que já recorreu ao diálogo com o governo do Estado, porém não obteve êxito em suas reuniões.
“Buscamos mostrar a importância dos serviços investigativos prestados em Pernambuco, mas não funcionam como merece. Procuramos o diálogo com o governo do Estado para solucionar este problema, depois de seis reuniões e paradas, mas nenhuma sinalização e melhora nos quadros da Polícia Civil de Pernambuco”, declarou em entrevista à Rádio.Apesar do período de crise que atravessa o País, sobretudo, o Estado, Cavalcanti reconheceu a recessão financeira e afirmou ainda que está disposto para outras reuniões, porém, o executivo estadual recusa resolver a circunstância.
O representante do sindicato admite o aumento no número de casos de crime no Estado.
“O povo não pode padecer porque o número de crimes só aumenta. Infelizmente, não comemoramos o número da criminalidade, mas é uma realidade”, lamentou.Ele acrescentou, também, que o número de assalto a bancos aumentou, em virtude da marginalização em Pernambuco, com um salto de 300%, apenas nos seis primeiros meses do ano.
“A criminalidade está vendo que a situação está frouxa. A polícia tem cota de combustível para rodar e, depois, a viatura tem que ficar parada. A polícia sequer tem colete à prova de bala. O bandido entende que a polícia é ineficiente, que não tem condições de prendê-lo”.Segundo Cavalcanti, o número dos assaltos a ônibus cresceu 30%. Além do índice a roubo e furtos de veículos, que aumentou quase 70%, apenas nos seis primeiros meses do ano.
Do: Blog Agreste Notícia



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