domingo, 23 de agosto de 2015

CLEITON BARBOZA DIZ QUE SER CANDIDATO A VEREADOR SERÁ UM PROJETO MAIS VIÁVEL

 A reportagem do Agreste Notícia entrevistou o empresário e pré-candidato a vereador de Santa Cruz do Capibaribe, Cleiton Barboza, que falou sobre sua desistência em disputar o cargo de prefeito nas eleições de 2016.
 “Eu cheguei ao grupo sabendo que teria que construir o meu espaço, construir minha trajetória dentro do grupo. Em nenhum momento exigir nada do grupo, fui uma pessoa que sempre tive comunicação dentro do partido, tanto com a ala de Fernando, como a ala de Zé Augusto... Fernando se sentia no direito de ser candidato, uma pessoa que já vem 30 anos na política, se pôs como candidato a todo momento e Zé Augusto também como líder do partido se achava no direito de indicar o nome, foi dado início as negociações e eu fui colocado como o candidato da união e realmente eu fui o candidato da união, já que não houve imposição ao meu nome...”.
 De acordo com Barboza só foi possível chegar à união porque um dos lados cedeu. A questão da escolha do vice, segundo ele, teria que ser indicação do ex-deputado José Augusto Maia (PROS), até mesmo para honrar a liderança dele.
 Cleiton argumentou seu novo projeto em conseguir uma vaga na Câmara Municipal, devido à necessidade de haver uma renovação no poder legislativo e na política da cidade santa-cruzense.
 O pré-candidato a vereador ainda falou que não acredita que houve má fé da parte de Zé Augusto em ter lançado seu nome para ser o candidato a prefeito do grupo denominado ‘taboquinha’.
 “Existem pessoas querendo colocar que Zé Augusto poderia ter usado de má fé comigo, mas eu prefiro não acreditar nisso, acredito que ele foi uma pessoa verdadeira em todo o momento e que esses dias estava promovendo meu nome que já era bem aceito, mas ficou melhor ainda”, enfatizou. 
 Questionado por que não foi o indicado para concorrer à chapa de vice, já que durante sua pré-candidatura a prefeito sempre afirmava que se perdesse nas pesquisas aceitaria ser o vice do vereador Fernando Aragão, o jovem político foi enfático:
 “Eu deixei Zé Augusto muito bem à-vontade. Durante a pré-campanha eu sentir que disputar o cargo de vereador, as chances chegam a ser reais de ter um mandato... A questão financeira foi um dos empecilhos, pois entendo que meu cacife financeiro não é suficiente e acho que o vice teria que ter o nome de José Augusto”, justificou.
Ouça a entrevista:
Do: Blog Agreste Notícia

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