quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

OLHO NO OLHO!

Educação - Um estudo de uma dissertação de mestrado por um docente estudante de mestrado na USP com o título de “O Abolicionismo Escolar: Reflexões a partir do adoecimento e da deserção dos professores”, mostra como o ambiente escolar tem se tornado mórbido doentio para muitos professores e que muitos têm sido readaptados e não querem voltar para a sala de aula.
 O problema não passa só por uma reforma na educação e melhoria de salários, é muito mais sério, segundo Camargo autor do trabalho, a preocupação não deve ser em reformar os modelos pedagógicos atuais e sim encarar a escola como um problema político para ser resolvido. Muitos relatos de professores mostram que criaram aversão ao ambiente escolar. Como disse aquela Vereadora e Professora do Rio Grande do Norte, “nos colocam com um giz na mão em frente a um quadro e querem que salvemos o Brasil”. Onde a mesma questionou até a ajuda que os deputados têm como o auxílio paletó. Voltando à questão inicial, muitos professores questionam que muitos pais não educam seus filhos e querem que a escola tenha essa responsabilidade. Os filhos chegam à escola sem base alguma, principalmente moral, com problemas emocionais, familiares, etc. Não reconhecem o professor como autoridade educacional e que tem responsabilidade em sua formação. Daí, uns dizem que há uma crise de autoridade, disso ou daquilo. O certo é que muitos professores estão abandonando a profissão por se sentirem desamparados, sem apoio até mesmo das autoridades educacionais, além de vários estarem com doenças psicológicas e em tratamento. Esse sistema deve realmente ser abolido e deve-se buscar uma solução para que a crise que a educação tem vivido possa ser amenizada, já que não se consegue resolver todos os problemas.
Por: Denizio Januário Crítico Literário
Do: Jornal Agreste Notícia

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