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domingo, 21 de março de 2021

PERSEGUIDOS PELA GESTÃO ASFORA, GRITAM DIANTE DE UMA IMPRENSA CALADA

 De uns meses para cá, não mudou apenas o governo municipal em Brejo da Madre de Deus, Agreste Central de Pernambuco, mas também o comportamento da imprensa que hoje, diferente de há alguns meses, onde tudo se tornava pauta negativa visando desgastar a gestão do ex-prefeito Hilário Paulo (PSD), hoje opera calada, mesmo diante de retrocessos cometidos pela gestão Roberto Asfora e de cidadãos que gritam vítimas de perseguições, sem ao menos serem escutados.

 

Sabendo que não é de hoje que o atual prefeito tem a triste fama de perseguidor, e apesar do pouco tempo de sua nova gestão, alguns desabafos ganham nome, como o do motorista Israel Anjos que há muitos anos atuava na rede pública municipal de saúde, atuou nos últimos meses do ano passado na condição de Subprefeito do Distrito São Domingos e agora, sem nenhuma justificativa, foi transferido, bem como, alega no vídeo acima, que teve sua carga horário aumentada consideravelmente em desacordo com o concurso público do qual foi aprovado.

 “Há mais de sete anos eu trabalhava na Policlínica de São Domingos, mas hoje por perseguição política me tiraram da Policlínica de São Domingos”, desabafou.

 Na oportunidade, Israel afirma que foi transferido e em seu local, colocado um funcionário contratado.

 “Eu vim fazer o questionamento, saber o porquê, pois não há motivos de me tirar para colocar um contratado e na Secretaria de Administração, o secretário simplesmente não soube me responder... O concurso em 2013 diz que minha carga horária é de 40 horas semanais, mas no Conselho Tutelar querem me colocar para trabalhar em plantão de 24h por 24h, o que seria 15 plantões por mês, triplicando a minha carga horária”.

 No vídeo, Israel fala que tem uma colega que trabalhava na Farmácia Básica da Policlínica de São Domingos há mais de 12 anos, e que foi transferida para um PSF aonde está trabalhando na parte de serviços gerais, também por perseguição política.

 Recentemente, uma ação da Vigilância Sanitária foi realizada em uma escola particular no Distrito Fazenda Nova, cujo a proprietária, uma professora, que também milita no grupo político adversário ao atual prefeito. No momento da ação, ela gravou um vídeo emocionada e desabafou:

 “A gente é perseguida aqui, por um ditador que tem capanga, para prejudicar uns, aqui está tudo certo, agora eu não aguento mais isso”, concluiu aos prantos.

 Posteriormente, ela gravou outro vídeo, já mais calma, informando que nenhuma outra escola sofreu a mesma fiscalização e que o argumento utilizado teria sido uma suposta denúncia contra uma lanchonete que há anos foi desativada.

 “Muitas mães chegaram preocupadas porquê os filhos chegaram nervosos, alguns até não dormiram, preocupados com isso... O que houve foi que, a Vigilância Sanitária veio aqui dizendo que recebeu uma denúncia de uma lanchonete que há mais de ano não abre, quer dizer, essa denúncia não procede, já que a gente não tem lanchonete. Mas como todo mundo de Fazenda Nova sabe, conversa de rua, que todo mundo já ouviu, existe um grupo dentro de Fazenda Nova que será perseguido politicamente. Já começou, tanto é que, as aulas começaram desde o dia primeiro de fevereiro e nenhuma outra escola teve qualquer tipo de fiscalização”, enfatizou.

 A professora ainda disse que, a fiscalização não teve o objetivo de observar os protocolos sanitários, mas sim, de lhe intimidar.

 “A fiscalização não veio para olhar as salas, o distanciamento, que era o que deveria fazer, ela veio procurar algo para me intimidar e eu não acredito que Lei foi feita para intimidar, pois hoje estão usando as Leis para intimidar, as Leis foram feitas para organizar uma sociedade e não para intimidar ninguém”, disparou.

 Por fim, ela destacou que não cederá as perseguições políticas e fez questão de frisar que gera empregos no Distrito e busca formar cidadãos.

 “Que fique claro, que, perseguição política aqui não irá funcionar, pois eu sou de Fazenda Nova, eu invisto aqui, minha vida foi para dar emprego aqui, essa centenas de alunos que estão aqui, é para que saiam com condições de ir para qualquer escola descente e que não façam vergonha, eu trabalho pelo município, diferente daqueles perseguidores que o que pegam daqui, investem fora”, declarou emocionada.

Assista o vídeo:

Do: Blog Agreste Notícia

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