terça-feira, 19 de maio de 2020

COM CINCO ANOS DE CARREIRA, BETH MORFINA LANÇA TERCEIRO DISCO


 Já está disponível para audição nas plataformas digitais e mídia física o disco “Não Posso Me Abalar”, terceiro álbum da banda pernambucana, Beth Morfina. Revelando um outro lado do grupo, o hardcore e punk, sonoridades principais dos dois primeiros discos, Nada Além e In Coma, têm agora a companhia de outros gêneros e subgêneros musicais, como a jovem guarda e a música pop.
 Gravado no Blackstage Studio Sound, localizado em Santa Cruz do Capibaribe, cidade da Beth Morfina e distante 190 km da capital de Pernambuco - Recife, a produção ficou novamente a cargo do produtor Marcos Mota. Tendo na formação o vocalista Alex Macedo, o baixista Marcos Malta, os guitarristas, Daniel Alves e André Aragão, e o baterista Everaldo Jr., o novo trabalho tem inspiração no Raimundos, Green Day, Erasmo Carlos e Calibre 765, célebre banda da cena underground pernambucana.
 Segundo Alex Macedo, trazer novidades e promover misturas para o som da banda era um desejo antigo, e que a experiência do estúdio só ajudou a concretizar essa vontade.
 “É nosso terceiro trabalho com o produtor musical Marcos Mota. Talvez por isso, o processo de produção foi mais tranquilo, o que nos permitiu ter mais ousadia e segurança para tentar coisas novas, mas sem abandonar nossas principais influências, o que pode ser visto no disco”.
 “Quem conhece a Beth não vai se decepcionar. Tudo está lá. Trata-se do nosso disco com mais músicas (são 10 faixas), e por ter outras influências, que fogem um pouco do estilo mais pesado, creio que seja também um bom ponto de partida para aqueles que não nos conhecem”, completa o baixista e compositor, Marcos Malta.
 Dentre as outras novidades do trabalho, está a participação da cantora Natália Galdino, que interpreta a canção O tempo em que achamos respostas, com Alex Macedo.
 “A Beth como banda é uma adepta do relacionamento aberto, gostamos de convidar pessoas para dentro do nosso espaço, há tempos tínhamos essa vontade de ter uma voz feminina em alguma canção”, completa Daniel Alves.
Capa - Assim como no disco In Coma, a capa do disco da Beth Morfina é uma criação de Alex Macedo. Segundo o vocalista, a intenção era mostrar um certo alguém desesperado.
 “Vivíamos um momento bem complicado após o lançamento do segundo disco. Aí queríamos mostrar uma pessoa perdendo a cabeça, mas que sabe que não pode se abalar. A intenção sempre foi ter uma capa que dialoga com o título”.
Próximos passos - Para os shows de divulgação do disco, a Beth tem uma novidade: a entrada do baterista Everaldo Jr. O objetivo da banda é fazer o show de lançamento após o fim da pandemia do Covid-19, em alguma data comemorativa de Santa Cruz do Capibaribe, até mesmo para celebrar os cinco anos de banda.
 O disco Não Posso Me Abalar pode ser ouvido online no Spotify e YouTube (https://bityli.com/RF1NB). Para acompanhar a Beth Morfina nas redes sociais, basta seguir no Instagram (@bethmorfina) e Twitter (@bethmorfina), além de curtir a página do Facebook (www.facebook.com/bethmorfina).
Do: Blog Agreste Notícia

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